Sentença de Portalegre não entusiasma advogados. Juristas lembram que não basta entregar a casa para saldar a dívida ao banco porque há um contrato que tem de ser cumprido.
Mal foi conhecida a polémica sentença de Portalegre, sobre um casal em processo de divórcio que entregou ao banco uma casa hipotecada que já não podia pagar, o telemóvel de Hélio Pereira não parou mais de tocar. O advogado que conduziu o processo e arrebatou ao tribunal uma das mais mediáticas sentenças dos últimos tempos, conta que houve quem lhe fosse bater à porta às dez da noite a pedir que lhe resolvesse o seu caso. A todos disse que não. Apesar do sucesso inicial, “neste momento não vale a pena. Está uma comissão constituída para alterar as clausulas contratuais, por isso não vale a pena avançar com novas acções, até porque a banca iria recorrer de todas”, afirma ao Negócios.
Fonte: Jornal de Negócios




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